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Filme reúne artistas da MPB para reverenciar o músico arranjador
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ITAJAÍ - Da MPB de Gonzaguinha ao pagode de Sorriso Maroto: desde a década de 70 até os dias de hoje é difícil achar quem nunca ouviu alguma canção que chegou ao topo das paradas musicais e que não tenha sido arranjada ou produzida por Jota Moraes. A trajetória do maestro e arranjador paulista, e sua influência para a música popular brasileira, estão na produção cinematográfica catarinense que estreou dia 07 no canal por assinatura Music Box Brazil e será exibida também aos domingos, às 22h30; e quartas-feiras, às 13h30.

Com a direção de Marcelo Cássio, a série “Origens” de 13 episódios é uma produção original da Café Maestro Produções, de Itajaí. Conduzida pelo próprio homenageado, mescla o estilo documental com o musical para explorar vasto depoimento de Jota Moraes e de diversos artistas, que relatam fatos peculiares da carreira, da pessoa e da importância de “Jotinha” na MPB.

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“A série surgiu pela admiração que tenho por Jota Moraes e a necessidade de mostrar, para quem não é da área musical, quem é esse gênio e grande personagem da música brasileira, responsável pelo sucesso de muita gente e que, normalmente, fica apenas nos bastidores”, comenta o diretor Marcelo Cássio.

Assista aos vídeos promocionais:

As cenas são intercaladas com imagens e vídeos pessoais que ilustram toda a carreira de Jota, iniciada na década de 60. Além disso, a série ainda apresenta performances inéditas do maestro ao lado de grandes artistas da música brasileira, dentre eles o sambista Alexandre Pires, que compareceu aos estúdios Café Maestro em Itajaí especialmente para a gravação, compartilhando com Jota momentos emocionantes.

 

Além de Alexandre Pires, a lista de participações inclui Djavan, Ed Motta, Michael Sullivan, Eliana Pittman, Rildo Hora, Péricles, Maria Rita, Leila Pinheiro, Arthur Maia, Tunai, Marcos Pontes, Maurício Piassarollo, entre outros nomes.

 

Os principais assuntos abordados na narrativa são o início de carreira no interior paulista, a influência e tradição familiar, bandas de baile, os primeiros trabalhos com artistas consagrados, o mercado de trilhas sonoras, o jingle de motel que virou sucesso nacional na voz de Maria Bethânia, a parceria com Gonzaguinha, a versatilidade e a revolução dos arranjos em vários estilos, produção de obras primas da música popular brasileira e turnês nacionais e internacionais.

 

“Jotinha”

João do Amor Divino Moraes Pontes (Jota Moraes), é natural de Caçapava, interior do Estado de São Paulo. É também vibrafonista, pianista e tecladista, cujo início da carreira musical se deu aos 12 anos de idade como baterista de orquestra. Do início de carreira como músico de boates à consolidação como arranjador, já produziu artistas de estilos distintos, entre eles rock e pop, instrumental, samba e pagode, além de ter atuado para publicidade, teatro e televisão.

 

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