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REGIÃO - Os professores Eduardo Bajara, de Penha, e Juliano Bernardes, de Barra Velha, oferecem um momento diferenciado de aprendizado sobre a história regional nesta sexta-feira, dia 29, a partir das 19h.

Nesse horário, ambos se reunirão, respeitando medidas de distanciamento social, para a primeira transmissão ao vivo sobre a história das Festas do Divino Espírito Santo dos dois municípios.

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A iniciativa veio dos próprios historiadores - Bajara é o responsável pela recém-criada Fundação Municipal Cultural de Penha, e Juliano é professor, parlamentar e pesquisador da Festa do Divino em Barra Velha.

Bajara e Juliano darão detalhes da trajetória de quase 200 anos de fé da festa do Divino. Segundo Juliano, é a terceira vez que a festa não acontece em Barra Velha - tendo ocorrida a suspensão apenas durante a Segunda Guerra Mundial e na ocasião da morte do Frei Libório Schmidt. Em Penha, Bajara diz que não há registros oficiais de suspensão ou cancelamento ao longo da história.

As Festas do Divino são a principal expressão de fé católica nas duas cidades. Trazidas por povos luso-açorianos, estão presentes em boa parte do litoral catarinense, com elementos como os foliões, os empregados de vara, de vela e de bandeira, os trinchantes, o casal imperial e a Bandeira.

A transmissão, sob o título de “Divina Live”, começa às 19h nas páginas do Facebook “Professor Juliano”, “Eduardo Bajara de Souza” e pela fanpage do portal Penha Online.com. O evento tem apoio da Fundação Cultural/Prefeitura de Penha.

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