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Praça, ruas, escolas e comércio serão palco da diversidade cultural

BARRA VELHA - A cidade vai receber entre 8 e 15 de abril grupos de cinco países e de quatro estados brasileiros para o 4º Encontro Internacional de Etnias. O evento que promove a troca de experiências culturais por meio da dança terá, além da mostra principal, apresentações em diversos pontos da cidade e nas escolas públicas e particulares.

De acordo com a Fundação Municipal de Turismo, cultura e Esporte (Fumtec), está confirmada participação de grupos do México, Chile, Equador, Argentina, Paraguai, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pará, Itapema e Barra Velha. A programação completa ainda será divulgada.

Um desfile com todas as delegações participantes está marcado para o dia 10/04. Elas vão partir da Praça Central com destino à Prefeitura, onde serão recepcionadas oficialmente na cidade. Algumas novidades foram implementadas neste ano para ampliar o acesso às apresentações.

“A novidade da programação é que nós ampliamos os bairros que serão contemplados assim como o palco aberto no comércio. Terão diversas apresentações simultâneas, nas escolas e bairros”, adianta o diretor de cultura, Adans Moraes.

Até o momento, a organização confirmou os nomes de dois participantes:  Grupo de Projeções Folclóricas Raízes de Ouro (RN) e Grupo Parafolclórico Vaiangá (PA).

Ilhéu e ribeirinho

O Grupo Parafolclórico Vaiangá, de Belém do Pará, vai representar a região norte do Brasil em 12 coreografias: “Farinhada”, “Vaqueiro do marajó”, “Retumbão”, “Carimbó”, “Lundu”, “Pretinhas de Angola”, “Taieira ou chula marajoara”, “Ciranda do Norte”, “Siriá”, “Maçariquinho”, “Boi dourado”, “Rituais indígenas e africanos”.

Criado em 1988 no distrito de Icoarací, pela professora Nazaré do Ó, o grupo é acompanhado pelo conjunto de músicas regionais “Águia Negra”, também iniciado por ela em parceria com o cantor João Ribeiro.

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Cultura ilhéu de Marajó e ribeirinha do Tapajós são estandartes do Grupo Vaiangá (Foto: Divulgação)

Para representar a cultura Marajoara (da ilha de Marajó) e Tapajônica (do Rio Tapajós), o grupo utiliza instrumentos musicais como curimbós, flautas, banjo, maracás, violão, xeque-xeque, pauzinhos de madeira e triângulo. Adereços como vassouras, peneiras, paneiros, remos, chapéus, tipitís, redes, entre outros itens do cotidiano local também estão presentes.

Bagagem nordestina

Da cidade de Passa Fica (RN), o Raízes de Ouro vai trazer para o sul do país um pouco da diversidade cultural do Nordeste brasileiro, representada pela música, dança, artesanato e teatro.  Criado em 2011 para apresentações em escolas, hoje o grupo soma 30 jovens, entre músicos e dançarinos.

No repertório deles, seis montagens cênicas estão programadas: “Sequência nordestina de dança de salão”, “Festejo junino”, “Sequência de danças praieiras”, “Dança de caninha verde”, “Puxada de rede” e “Maracatu”.  Outro elemento presente é o artesanato frivolité, rendado típico feito com nós de linha de crochê.

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Raízes culturais do nordeste são representadas na música, dança, teatro e artesanato (Foto: Divulgação)

O 4º Encontro Internacional de Etnias é uma realização da Fundação de Turismo, Esporte e Cultura (FUMTEC) com o apoio do Grupo Folclórico Tropeiros de Litoral e da Associação Internacional de Folclore Latino-americano.

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