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Município e estado vão buscar recursos para obras no local

Penha - Um projeto para garantir o restauro e a preservação da Capela de São João Batista e de seus mais de 250 anos de história deve ser elaborado neste ano por meio de uma parceria confirmada nesta semana pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e o Departamento de Cultura do Município.

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Segundo a Prefeitura, um termo de cooperação técnica assinado no fim de 2017 autoriza a FCC a realizar uma série de ações para assegurar a restauração do prédio construído em 1759 e das obras sacras. A expectativa é de que as ações tenham início ainda neste ano, mas ainda dependem da captação de recursos.

Isso é o resultado de uma luta que já começamos no ano passado - afirma o diretor de cultura de Penha, Eduardo Bajara. O município apresentou o pedido de apoio em Florianópolis e recebeu a visita técnica de peritos da FCC em novembro do ano passado. 

O termo tem validade até dezembro, e impõe à FCC uma série de cuidados com o patrimônio histórico, como a higienização e guarda das obras sacras na reserva técnica do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor). A Fundação ainda deve elaborar o termo de referência para a contratação do projeto e auxiliar na busca de recursos para as obras. Os editais públicos e programas de financiamento de projetos culturais são a principal fonte em vista. 

Além de garantir o restauro desse bem cujo valor histórico e artístico é incontestável, temos a missão também de auxiliar o município na busca de parceiros para fomentar as atividades de preservação e conscientização naquele espaço após a obra - garante o presidente da FCC, Rodolfo Pinto da Luz. Um destes parceiros deve ser o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já que o prédio é tombado desde 1998.

Temos o dever de restaurá-lo e preservá-lo, para que as futuras gerações e nossos visitantes possam conhecê-lo - comprometeu-se o prefeito Aquiles da Costa.

A capela construída em alvenaria de pedra, com argamassa de cal do mar e areia, passou por restauração emergencial do forro depois de um incêndio em 2007, mas ainda tem problemas como infiltrações e goteira.

 

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