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Concessionária acredita que alteração seja consequência de descarte ilegal de resíduos

REGIÃO - A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) emitiu nesta sexta-feira, dia 23, um alerta para a população. De acordo com a concessionária, a concentração de ferro encontrada na água captada no Rio Piçarras ultrapassou em mais de 30 vezes o limite máximo estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O manancial é o único ponto de captação de água para o abastecimento das cidades de Balneário Piçarras e Penha.

A Casan está levando à Vigilância Sanitária de Balneário Piçarras e à Defesa Civil laudos que mostram o aumento da concentração de ferro na água do Rio Piçarras, manancial que abastece a cidade. - informou a companhia em nota à imprensa.

Medições realizadas pela companhia para entender o que poderia estar provocando alterações na coloração da água bruta mostraram que a concentração máxima permitida de Ferro (0,3 mg/L segundo a Resolução 357/CONAMA) foi ultrapassada, e chegou a valores próximos a 10mg/L.

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"Acreditamos que a alteração no manancial deva-se a algum produto utilizado por propriedades da região ou descarte irregular de efluentes", diz o chefe da Agência da CASAN em Piçarras, Lino José Netto. O trajeto do rio é acompanhado por inúmeras plantações de arroz e outras culturas.

Ainda segundo a Casan, a alta concentração de ferro exige mudanças bruscas no processo de tratamento, pois em contato com o cloro, por exemplo, a água fica com coloração amarelada. O fato tem gerado a estranheza de alguns moradores da cidade, exigindo dos técnicos da empresa constantes descargas de rede para eliminar a água mais escurecida.

A concessionária garantiu que está atenta às alterações do manancial e que a água distribuída, mesmo com a concentração de ferro acima do limite, é potável.

 

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