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Abertura de novos leitos de UTI também estiveram em pauta
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ESTADO - O secretário de estado da Saúde, Helton Zeferino, foi à Assembleia Legislativa (Alesc) nesta terça-feira, dia 14, prestar contas aos deputados sobre os custos e estratégias de enfrentamento ao novo coronavírus. Os custos com a instalação do Hospital de Campanha que vai atender a região da Foz do Rio Itajaí Açu estiveram entre os principais questionamentos.

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A disponibilidade no estado de leitos de UTI, aparelhos de ventilação mecânica, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e testes rápidos; e o fortalecimento da rede de hospitais filantrópicos também estiveram em pauta.

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Diversos deputados questionaram a respeito do hospital de campanha com cem leitos de UTI a um custo de R$ 79 milhões. O montante foi considerado alto quando comparado ao total de R$ 10 milhões anunciados pelo Ministério da Saúde para a instalação, em Goiânia, de uma unidade de saúde de campanha.

Em resposta, Zeferino esclareceu que estrutura que será montada em Goiânia é mais modesta que a projetada pela Defesa Civil catarinense. Em Goiás, a segundo ele, a previsão é de 40 leitos em UTI e 160 de atendimento. Além disso, afirmou, a unidade que vai atender a região de Itajaí contará com climatização, setor de alimentação, equipes completas de atendimento, exames laboratoriais e de imagem, como tomografia.

Ele declarou ainda que, futuramente, os recursos técnicos utilizados na unidade de campanha serão encmainhados para reaparelhar hospitais do estado.

Mais UTIs

Segundo Zeferino, desde o início da pandemia foram criados 270 leitos de UTI na rede estadual. Ainda nesta quarta-feira (15), deve ser lançado edital de chamamento público para a contratação de novos leitos na rede privada. A previsão é de que nas próximas semanas o número total chegue a 713. Este patamar, segundo Zeferino deve ser atingido conforme a disponibilidade de equipamentos no mercado.

“Já fizemos uma compra ventiladores [respiratórios] que ainda não chegaram ao estado ainda, mas que são necessários para que eu possa fazer esta ampliação na rede pública de UTI.”

Ele afirmou que além da alta demanda, há prática de sobrepreço no mercado mundial de produtos de uso hospitalar como álcool-gel, máscaras cirúrgicas, ventiladores, camas e outros insumos.

“Nós temos, sim, uma especulação no mercado que acaba impactando nas compras que estamos realizando.”

Os deputados questionaram ainda a respeito da oferta de estes rápidos e laboratoriais e de equipamentos de proteção individual.

Assista à sessão:

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