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Integrantes da Amfri querem gestão consorciada do sistema

REGIÃO - No primeiro encontro com os líderes da Foz do Rio Itajaí-Açu, dia 1º, o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) ouviu as principais reivindicações da região junto ao Estado. O Centro de Eventos em Balneário Camboriú e ações no setor da pesca estão entre as prioridades, mas o principal projeto conjunto é o de Mobilidade Urbana já aprovado pelo Banco Mundial.

O pedido é para que o sistema integrado que conecta os 11 municípios seja implantado e gerido via Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Amfri (CIM). Mas o grupo também apresentou outra opção e convidou o Estado a fazer parte da iniciativa, tornando o consórcio interfederativo.

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Os prefeitos de Balneário Piçarras, Leonel Maritns (PSDB), e de Penha, Aquiles Costa (MDB), também acompanharam o encontro intermediado pela deputada estadual e ex-prefeita de Bombinhas Ana Paula da Silva, a Paulinha (PDT). Junto com eles, os mandatários de Navegantes, Porto Belo, Itapema, Balneário Camboriú, Ilhota, Bombinhas e Luis Alves também participaram do encontro na Casa d'Agronômica, em Florianópolis.

Segundo a Amfri, o modelo de gestão proposto é pioneiro no Brasil e poderá ser o primeiro em nível mundial com 100% da frota movida a energia elétrica. 

“Acreditamos que este projeto possa servir de modelo já que esse tipo de consórcio pode tornar o processo menos burocrático e mais eficiente, por ser liderado pela representação de um conjunto de municípios”, disse Paul Procee, coordenador de Operações de Infraestrutura e Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial.

O Sistema de Transporte Coletivo Regional (STCR) recebeu a aprovação da instituição em dezembro de 2018, depois que técnicos do banco estiveram na região e avaliaram o projeto como inovador, pioneiro no Brasil e de interesse público. O próximo passo da Amfri é acelerar os trâmites burocráticos para formalizar a parceria com qual se espera a iniciativa seja financiada.

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Prefeitos foram recebidos na Casa d'Agronômica, dia 1º (Foto: Secom/SC)

Atividade pesqueira

Em relação à pesca, o principal pedido dos prefeitos é para que Carlos Moisés interceda junto ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, para mudar de três para 12 milhas a restrição à embarcações de outros estados. Se espera que a medida represente impacto positivo direto na atividade pesqueira catarinense.

Já sobre o Centro de Eventos de Balneário Camboriú, o apelo foi por agilidade na licitação de quem vai gerir o espaço e, se possível, uma gestão do governo estadual enquanto o processo não é concluído, para evitar mais atraso no uso do equipamento turístico.

O governador também aproveitou a reunião para detalhar aos gestores municipais sobre o novo modelo de atendimento às prefeituras, que será concentrados na Casa Civil com a extinção das Agências de Desenvolvimento Regional. 

COM INFORMAÇÕES DA AMFRI
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