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A partir de 2019, Poder Legislativo local estará sob novo comando

DA REGIÃO - A partir de 2019, as Câmaras de Vereadores terão nova mesa diretora: o processo de escolha dos novos dirigentes do Poder Legislativo já está concluído. Na Câmara de Penha, a escolha foi nesta segunda-feira, dia 17, antes do recesso de fim de ano, e o eleito - em chapa única - foi Everaldo Dal Posso (MDB), o Italiano. Em Barra Velha, o vereador Eduardo Peres, o Tainha (PPS), deverá assumir a presidência da Casa dia 5 de fevereiro de 2019 enquanto em Piçarras João Bento Moraes (PSDB) foi reconduzido à liderança.

Além de Italiano como presidente, a chapa eleita em Penha tem o vereador Maurício da Costa (MDB), o Lito, como vice-presidente, Maurício Olívio Brockveld (PROS), como 1º secretário e Regiane Aparecida Severino (MDB) na cadeira de 2ª secretária. Todos os vereadores votaram favoráveis à chapa que foi eleita para o mandato de um ano. Italiano se considera otimista com o novo desafio:

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“Minha expectativa é poder realizar um trabalho conjunto com os vereadores e os funcionários da casa, ouvindo a comunidade e os anseios do povo de Penha, levando todas as reivindicações para a Prefeitura. Temos uma equipe maravilhosa e que sempre nos deu o suporte. Nesse período eu pretendo fazer o melhor de mim, me dedicando o máximo possível, porque com certeza é uma grande responsabilidade...”, destacou o futuro presidente do Poder Legislativo Penhense.

Isac Hamilton da Costa (PR), presidente da CVP no exercício de 2018, considera que cumpriu o seu dever no comando da casa.

"Eu saio com o sentimento de dever cumprido porque, de maneira democrática, nós discutimos os temas que interessam a nossa comunidade e encaminhamos com celeridade projetos muito importantes para o município. Desejo muito sucesso ao novo presidente e à Mesa Diretora que irá conduzir o Legislativo Penhense no próximo ano”.

Barra Velha

Em Barra Velha, a eleição foi na quinta-feira, dia 13. Tainha (PPS) articulou uma base na última semana e somou cinco apoios. Ele venceu as candidaturas de Marcelo Nogaroli (MDB), com três votos, e de Maurício Simas (PSD), que de última hora lançou candidatura isolada e somou o próprio voto.

A eleição ocorreu na quinta-feira, dia 13, e foi presidida por Alex Sandro Correia dos Santos, o Alex Palmital (PSD), que deixa a presidência da mesa dia 31. Tainha recebeu os votos de Nando Bernardina (PP), Jorge Mário Borghetti (DEM), Marciel Berlin (PSB) e Thiago Pinheiro (PSB). Marcelo foi votado por Alex Palmital e Professor Juliano Bernardes (MDB). O vice será o médico Doutor Jorge, e Nogaroli assume a segunda vice-presidência. Já Thiago Pinheiro será o primeiro secretário e Alex Palmital, o segundo.

As comissões também foram definidas. Thiago, Marcelo e Jorge na Justiça e Redação; Thiago, Nando e Marcelo nas Finanças, Orçamento e Gestão, e Nando, Palmital e Marciel na Infraestrutura e Meio Ambiente.

De acordo com o novo presidente, a candidatura ganhou força com o anseio dos demais parlamentares por uma renovação no Poder Legislativo. Peres destacou que estará presente efetivamente na Casa de Leis a partir de 2019, porém, manterá o trabalho social que fez dele o vereador mais votado na eleição municipal de 2016.

Piçarras

Na Câmara de Vereadores local não houve disputa: a chapa única encabeçada por João Bento Moraes (PSDB) foi eleita por unanimidade na sessão da terça-feira, 11, com João Bento sendo conduzido a um novo ciclo na presidência da Casa. Na vice-presidência ficou Maurino da Cunha (PSDB); na 1ª secretaria foi eleito Ademar de Oliveira (PT), que substitui o vereador de oposição, Gercino (Gegê) Medeiros (PP); Paulo Coral (PSDB)ficou com a 2ª secretaria.

De acordo com Gegê, seria necessário um equilíbrio entre as bancadas da situação e da oposição para fazer valer uma disputa:

“A bancada do PP só detém três representantes, precisaríamos de, no mínimo, quatro votos para fazer frente ao bloco da situação” - disse Gegê.

Assim, a mesa diretora do Legislativo local ficou nas mãos do partido do prefeito Leonel Martins, o PSDB, de modo diferente do que aconteceu na eleição anterior, quando várias siglas estiveram representadas.
Os vereadores devem dar continuidade ao projeto de construção de uma sede própria para a Câmara.

 

 

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