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DA REGIÃO - Começou na segunda-feira, dia 11, o processo de transição para que a nova diretoria da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tome posse em 2019. Pela primeira vez desde que foi estabelecida em Balneário Piçarras, Penha, Barra Velha e São João do Itaperiú, no ano de 2009, a entidade teve duas chapas concorrentes no processo de eleição para a diretoria. Por cinco votos de diferença, a chapa 102, liderada pelo advogado apoiado pela atual diretoria, Maurício Köche, foi a escolha da maioria sobre a chapa 101, da advogada Carolina Figueiredo.

Segundo Köche, a relação da nova diretoria com a seccional de Santa Catarina deve ser estreita e uma primeira reunião com o presidente estadual recém eleito, Rafael Horn, deve ser realizada nesta quinta-feira (13). Na mesma ocasião Köche também deve se encontrar com a presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Santa Catarina (CAASC), Cláudia Prudêncio para tratar, principalmente, sobre a finalização da sede. De acordo com a atual diretoria, a reunião do começo da semana deu início à transição, mas ainda não há data definida para a posse.

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- A transição está bem tranquila, fizemos uma reunião ontem (11/12) com os novos dirigentes que irão assumir - informa a atual presidente, Carmen Ladewig Pereira.

Metas para o triênio

Além de concluir a nova sede da entidade, em obras no centro de Balneário Piçarras, a nova diretoria assume com o compromisso de ampliar a representatividade da classe e monitorar as metas do Poder Judiciário local. A chapa também propôs estratégias de aproximação entre os advogados e com a comunidade, além da criação de uma subseção em Barra Velha. A integração de jovens advogados no mercado de trabalho e a promoção de ciclos de estudo, além da expansão do projeto “PAB vai à Escola” também estão entre as metas.

- Praticamente todas as questões propostas já eram reivindicações dos advogados, então isso a gente tem que por em prática. E a principal é a valorização da classe com relação ao Judiciário. Um acesso maior aos promotores e juízes para resolução dos conflitos. Sempre de maneira harmoniosa, jamais conflitante - defende o presidente eleito.

A atual diretoria, que apoiava a chapa 102, comemorou o resultado, interpretado como aprovação do trabalho realizado durante três gestões. Todas disputadas até então em chapa única.

- Foi um pleito bem disputado, mas consegui fazer meu sucessor e isso me deixou bem feliz, pois os advogados reconheceram o nosso trabalho. Achei importante a participação dos advogados. Isso é democracia. E parabenizo ambos os candidatos. Entendo que venceu a chapa que estava mais preparada para dar continuidade ao nosso trabalho - afirma Carmen Ladewig Pereira.

Oposição vigilante

Do lado da chapa 101, o balanço final também é positivo, apesar do resultado.

- Acredita-se que a escolha é salutar para a democracia, por isso, recebemos com surpresa a informação que a nossa Chapa havia sido impugnada pela Chapa 102. Com os devidos esclarecimentos, comprovou-se a lisura e a legitimidade de todos aqueles que apostaram na renovação. - analisa Carolina Figueiredo.

Para ela, o fato de quase 50% dos advogados manifestarem desejo de renovação deve dar força para que haja uma oposição vigilante.

 

 

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