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Governo do Estado se manifestou para desqualificar  delação de diretor da Odebrecht

Florianópolis - Citado na Operação Lava Jato, o governador Raimundo Colombo (PSD) classificou a referência ao seu nome por parte de diretores da empreiteira Odebrecht de “absurda, carregada de mentiras, ódio e revanchismo”. A resposta foi divulgada em nota oficial do Governo do Estado dia 13. Na delação  vazada dias antes, os executivos afirmam que a empresa contribuiu, via caixa 2, com a campanha de Colombo em 2014.  

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Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o diretor da empreiteira, Fernando Reis, afirma que a doação para a campanha foi acertada por intermédio de Ênio Branco, que ocupou cargo de secretário no governo catarinense.  

Interesse na Casan

Conforme Reis, o valor não foi contabilizado oficialmente.  Segundo o delator, o então candidato mostrava-se propenso a encaminhar  a privatização da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), alvo de interesse da Odebrecht Ambiental.

Com base nesse depoimento, o Ministério Público Federal encaminhou pedido de abertura de inquérito para apurar as supostas ilegalidades praticadas durante a campanha de 2014. Quem vai analisar o processo é o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Estado responde

A resposta às acusações dos delatores da Odebrecht veio por meio de nota oficial do Governo do Estado. Nela, Colombo salienta que nenhum contrato foi firmado com a empresa durante seu mandato: - A Casan não teve uma única ação vendida a quem quer que seja e continua sendo inteiramente pública.  Ao afirmar que é preciso “separar o joio do trigo”, o governador se coloca à disposição para esclarecer os fatos em torno da campanha: “O Governo do Estado não tem nada a esconder. Está pronto para esclarecer todos os pontos de uma eventual investigação, se essa vier a ser instaurada”, diz a nota.

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