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Denúncias devem ser encaminhadas ao Disque 100

PENHA - A passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18/05) vai ser lembrada com a terceira edição da Campanha “Faça Bonito”. No município de Penha, as atividades serão dias 20 e 21, entre as 8h e as 16h, na Associação dos Moradores da Armação do Itapocorói (AMAI). A programação aberta à participação de todas as crianças e adolescentes das rede pública de ensino terá teatro, palestras, oficinas e lanche. 

A semana do 18 de maio tem ações de mobilização contra a violência sexual em todo os País. A campanha tem como símbolo uma flor amarela, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância, além de associar a fragilidade de uma flor com a de uma criança.

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No município de Penha, as atividades são promovidas pela Assistência Social com apoio da Secretaria de Educação, Conselho Tutelar e Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente. 

"O município vai disponibilizar transporte para levar as crianças até o local. Mais do que brincadeiras elas entenderão sobre a importância da campanha”, explica Tatiane Tomio, assistente administrativa da Secretaria de Assistência Social.

Denúncia telefônica

As violações contra crianças e adolescentes lideram a lista de denúncias do Disque 100 - principal meio para comunicar violações de direitos humanos no país. Os dados mais recentes (2017) apontam que o tipo de violação mais reportada é negligência, seguida de violência psicológica, e violência sexual.

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O Disque 100 recebe, analisa e encaminha denúncias de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular). 

“É importante ressaltar também para a sociedade a importância da proteção às crianças contra o abuso sexual. É preciso saber identificar. Ninguém pode se omitir desse assunto. Sabendo de casos, basta ligar no número 100, Disque Direitos Humanos”, alerta o secretário de assistência social de Penha, Sérgio de Mello.

Data nacional

 Essa data foi instituída no ano 2000 pelo projeto de lei 9970/00. A escolha se deve ao assassinato de Araceli, uma menina de oito anos que foi drogada, estuprada e morta por jovens de classe média alta, no dia 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje permanece impune.

 

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