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Concessionária recebeu licença ambiental do Estado nesta semana

PENHA - A obra da Estação de Tratamento de Água (ETA) no Bairro Santa Lídia depende apenas do alvará de construção da Prefeitura para ser iniciada. É o que informa a concessionária Águas de Penha, que recebeu nesta semana a Licença Ambiental do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina para o empreendimento.

O Expresso das Praias apurou junto ao Governo Municipal que o pedido de alvará foi analisado três vezes e reencaminhado para que seja adequado à legislação local. 

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A Águas de Penha vai investir R$ 9 milhões no projeto para amenizar os problemas no abastecimento durante os períodos de alto consumo. A presidente da companhia, Reginalva Mureb, afirma que a concessionária tem pressa em iniciar a obra, mas a conclusão da ETA antes da temporada depende também da liberação do município.

Todas as obras civis do empreendimento já estão contratadas, apenas aguardando alvará municipal", completa o engenheiro Rudner Sapla, coordenador de engenharia da concessionária.

Segundo a Secretaria do Planejamento, a análise mais recente do pedido de alvará foi dia 11:

Foi feita a terceira reanálise do Projeto na sexta feira, encaminhado para Águas de Penha e estamos aguardando o retorno do Projeto", informa o secretário Maurício Duarte.

A Companhia disse que atendeu a todas as exigências do município, mas o setor de engenharia da Prefeitura solicitou projeto em formatos diferentes. Segundo a Assessoria de Imprensa, o projeto com alterações deveria ser entregue nessa terça-feira, dia 15.

O projeto

A ETA ocupará uma área de 2.370 metros quadrados nas proximidades da Rua Honório Bortolatto, localidade de Pedreiras. O incremento deve ser de 70 litros por segundo na rede da cidade, que ainda depende da água captada do Rio Piçarras pela Casan no município vizinho.

O sistema captará água de uma lagoa e contará com uma adutora de 5 quilômetros que levará água tratada até o reservatório no Mariscal, entregue pela Águas de Penha no final de 2019. De construção metálica, a ETA contará com floculadores mecânicos, decantadores de alta taxa e filtros de areia e antracito (carvão mineral).

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Complementam o complexo de tratamento de água, bombas de retrolavagem dos filtros, sistema de recuperação de água de lavagem dos filtros e sistema de adensamento e desaguamento do lodo dos decantadores.

Também fazem parte da estrutura a casa de química, sistema de estocagem e dosagem de produtos químicos (policloreto de alumínio, hipoclorito, cal, polímeros e flúor), reservatório elevado de água potável, sala de operação e laboratório, subestação elétrica e gerador diesel.

Uma solução para assegurar autonomia a Penha ainda não tem data para sair do papel por conta de um impasse entre o Governo Municipal e a concessionária em torno do contrato.

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