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PIÇARRAS - Os servidores municipais promoveram nesta quarta-feira, dia 17, uma manifestação para pedir agilidade por parte da Prefeitura no processo de reposição das perdas salariais acumuladas desde 2016. O reajuste está acordado desde março, mas o Sindicato dos Servidores Municipais da Foz do Rio Itajaí (SindiFoz) afirma que ainda não há uma proposta formalizada.

Durante o horário de almoço, um grupo de trabalhadores se reuniu em frente ao Paço Municipal junto aos representantes sindicais para reivindicar o reajuste salarial da categoria, que não acontece desde janeiro de 2016.

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O principal pedido dos servidores é a recuperação das perdas inflacionárias, um direito garantido pela Constituição Federal, mas que a três anos não é cumprido pelo município. Com base no índice IPCA, o SindiFoz calcula que os servidores têm direito a um reajuste de 15,22% referente ao período de janeiro de 2016 até março de 2019. A categoria também pede que a governo restabeleça o mês de maio como data base para o reajuste.

Antes da manifestação, o presidente do SindiFoz, Francisco Johannsen, se reuniu com a secretária municipal de Administração e Fazenda, Ana Lúcia Wilvert. Após o encontro, ela enviou um e-mail ao dirigente com um estudo de impacto financeiro do pagamento do reajuste em três parcelas neste ano. Depois, outro e-mail foi enviado relacionando a criação da data base a reforma administrativa que uma empresa terceirizada está elaborando.

Na conversa com os servidores durante a manifestação, o presidente do Sindicato apresentou os dados enviados nesta quarta pela secretária, mas destacou que ainda não há um documento oficial do governo a ser avaliado em assembleia.

“A categoria aguarda então que essa proposta seja encaminhada de forma oficial ao Sindicato para que possa debater e definir se acata ou não o que for apresentado”, informa nota do SindiFoz.

Johannsen já havia se reunido com a secretária dia 25 de março, quando havia solicitado uma proposta formalizada do governo, além do estudo de impacto do reajuste. Em nota publicada na quarta-feira, antes da manifestação, a Prefeitura se manifestou contrária ao protesto, que classificou como desnecessário porque o reajuste já estava sendo encaminhado.

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