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Beto Carrero
Município tem 21.334 eleitores

 

Prazo para balanço junto ao TRE terminou dia 1º, mas até sexta (4) Pastor Becker não havia feito registro

 

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Os candidatos e coligações que disputaram as eleições municipais de 2016 apenas em primeiro turno tiveram até o dia 1º de novembro para prestar contas de doações e gastos decorrentes da campanha. Em Barra Velha, de acordo com o chefe do cartório eleitoral, Rodrigo Sabadin Hexsel, até esta sexta (04), o candidato Pastor Becker (PSDC) não havia apresentado o balanço.


O limite de gastos estabelecido pela Justiça Eleitoral para Barra Velha foi de R$ 108.039,06 para candidatos a prefeito, com até 213 contratações. Para candidatos a vereador, o limite foi de R$ 10.803,91 e 107 contratações.


O município registra 21.334 eleitores aptos a votar. Segundo o advogado Jaime Mathiola Junior, para estabelecer um limite de gastos, a Justiça Eleitoral se baseou nas eleições de 2012.


- Para as últimas eleições, foram contabilizados 70% do maior gasto declarado por cargo em 2012, corrigidos monetariamente e disponibilizados para a eleição de 2016 - explicou.


O prefeito eleito Valter Zimmermann (DEM) arrecadou R$ 77.575,00 e gastou R$ 63.516,73; João Régis (PP) teve um total de R$ 100.588,64 em recursos arrecadados e um gasto total de R$ 98.708,64; Douglas Elias da Costa (PR) registrou R$ 54.098,72 em arrecadação frente a despesas de R$ 40.098,72.


Até as 15 h da sexta-feira (4), Pastor Becker (PSDC)não havia prestado contas do movimento financeiro referente à campanha eleitoral que empreendeu como candidato a prefeito.


Entre os dias 9 e 11 de setembro, os partidos apresentaram a prestação de contas parcial. Todos os valores declarados estão disponíveis no site do TRE/SC.


Até 1º de novembro, a prestação de contas final deveria ser apresentada. O candidato que não cumpriu o prazo fica impedido de obter certidão de quitação eleitoral até o fim da legislatura, permanecendo esse efeito até que as contas sejam apresentadas. Ao partido político, a falta de prestação de contas da campanha eleitoral acarreta a perda do direito ao recebimento de recursos do Fundo Partidário enquanto perdurar a inadimplência.

 


 

 

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