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O escritor Luiz Ferreira, o Chimboca, em seu livro “Quando o amor é eterno”, escreveu sobre Açaúna, a bela índia virgem. Eu mesmo já compus um samba com o enredo que conta o episódio do moço bonito que nesta praia naufragou. É a história da lenda das Ilhas Itacolomi. Mas, na verdade ninguém viu a Índia virgem. Já o tio Quirino jura de pés juntos que o tal náufrago era nada mais, nada menos que o seu tataravô. Também chamado de Quirino.

1ª fase: Garoto ou garota propaganda Sente-se mais popular que a coca cola. Acredita fielmente ser uma criatura carismática. Um verdadeiro querido do povo. Pensa que já deveria ter sido candidato antes. Estampa um sorriso no rosto como nunca. Chega a ter cãibra nos músculos da face. Muitos eleitores ficam até com medo de tanta simpatia.

Era uma vez uma pequena cidade de 15722 eleitores e com 99 candidatos a vereador. Lembrei a velha história do saudoso Maneca Pires. Ele contava que no seu quintal amadureceu um mamão grande. Ele cuidou para que os pássaros não comessem o fruto. Mesmo assim, as aves fizeram um buraco do outro lado e atacavam em bando. Rápido, ele correu e tampou a passagem. Colheu o mamão e pegou 99 sanhaços lá dentro. Na época alguém perguntou por que ele não arredondou para 100? Ele respondeu que não iria mentir por causa de um!

É um ônibus adaptado para carregar defunto e levar o velório para todos os cantos da cidade. Tio Quirino sempre teve faro para negócio. Ele é um verdadeiro visionário. Depois do Bill Gates e do Beto Carrero, agora é a vez do tio Quirino. Preocupado com a falta de público nos velórios de nossa cidade, ele inovou e está fazendo o maior sucesso. Basta contratar o serviço do Velório Móvel e todos poderão dar seu adeus ao falecido sem precisar sair de casa.

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