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O rum teria originado dos subprodutos da indústria do açúcar, antes considerados lixos indesejados e muitas vezes descartados no mar. Há indícios de produção de aguardente de cana-de-açúcar num processo parecido com a fabricação do rum pelos holandeses que colonizaram o Brasil nas primeiras décadas do século XVII.

A glucose de milho é usada em inúmeros produtos. Entre eles podemos destacar a fabricação de doces, geleias, balas, polimento de arroz, catchup, conservas, panificação, confeitos, laticínios, leite condensado, rapaduras, mandolates, entre outros.

A Páscoa é, primeiramente, o termo equivalente a Ostara, deusa escandinava da primavera. Nessa época do ano, os dias e as noites duravam o mesmo tempo. Os últimos sinais de inverno davam lugar à primavera, e Ostara era representada com animais em sua volta, especialmente os coelhos (simbolizando a fecundidade) segurando um ovo na mão (símbolo do renascimento).

O rocambole nasceu como Bûche de Noël e se refere aos dois símbolos fincados na tradição francesa simulando um tronco de árvore, preparado com massa de pão-de-ló e cobertura, tradicionalmente glacê ao leite e licor Grand Marnier ou purê de castanhas ao chocolate. Tão variadas quanto as receitas e as decorações da iguaria sãos os relatos sobre a origem do costume. Uma das histórias famosas sobre esta sobremesa francesa está associada com o grande Napoleão Bonaparte da França. Ele emitiu uma proclamação obrigando o povo de Paris a fechar as chaminés de suas casas durante o inverno. Pensou-se que a entrada de ar frio para dentro das casas estava causando disseminação de doenças e a proclamação foi orientada para a prevenção dessas doenças. Foi nessa época que Buche de Noel foi inventado em Paris. Como o uso de lareiras foi proibido, eles precisavam de algum tipo de símbolo tradicional que pudesse ser desfrutado com a família e amigos durante a época festiva do Natal, que lá cai no inverno.

O limão é verdadeiramente uma joia da natureza. Pode ser considerado o rei dos frutos curativos, sendo impressionante a quantidade e variedade das suas aplicações. No entanto, tendemos a repudiá-lo quando pensamos no seu gosto azedo, e a minimizar as suas virtudes, tanto na manutenção e recuperação da saúde, quanto ao seu valor nutricional e possibilidades múltiplas de utilização culinária.

Tapioca é uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena e descoberta em Pernambuco, feita com a fécula extraída da mandioca (substância farinácea também conhecida como goma da tapioca, goma seca, polvilho e polvilho doce). A mandioca, produzida sob o sistema da agricultura de subsistência, era a base da alimentação do Brasil até a invasão e colonização do território pelos portugueses. Pouco após os primeiros anos do descobrimento, os colonizadores portugueses na capitania hereditária de Pernambuco descobriram que a tapioca servia como bom substituto para o pão. Na cidade de Olinda se consumia intensamente o beiju, a farinha e a tapioca (goma) extraídos da mandioca, desde o século XVI, com a criação portuguesa da Casa de Farinha em Itamaracá. A tapioca logo se espalhou pelos demais povos indígenas, como os Cariris, no Ceará e os Jês, na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da alimentação dos escravos no Brasil. Tudo isso serviu para transformar a tapioca, hoje, num dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o Norte e Nordeste.

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