PREAMAR

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Em dois anos de existência, a Preamar já tem (um pouquinho) de história para contar e muita gente a quem agradecer

 

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Março é o mês de aniversário do Expresso das Praias, veículo que abre espaço para as “escrevinhações” da Preamar. Ocasião oportuna para fazer um balanço do trabalho realizado até aqui.

 

Em dois anos, foram 94 textos pelos quais transitaram mais de três dezenas de personagens. Alguns, entrevistados especialmente para a coluna: Abrão das Neves, Antônio José da Silva, o Antoninho da Lígia (e ela própria), Anita Corrêa, Dolores Gregório, Dulce Custódio Mendes, Francisco e Francisca de Borba, Jorassy Tavares, Ludgero Francisco Figueredo, Maria Pereira Figueredo ...


Outros, retratados por intermédio de familiares, amigos, conhecidos: caso do palhaço Tareco, revivido pela mulher dele, a atriz circense Abigail Camargo; dona Pocidônia Duarte, rememorada com a ajuda do filho José Pocidônia (o Zé Potilho) e da nora Bernardina (a Vidinha); Miguel e Rita, Hilda e Nakle Francisco, sobre quem conversei com dona Selma Francisco Wunderlich já em 2001, época em que entrevistei uma série de pessoas: Joca Macedo, na Lagoa; dona Alcina, em Santo Antônio, Joaquim e Maneca Pires, na beira-mar; e Ivo Rodrigues (um dos responsáveis por revigorar a festa local de Nossa Senhora do Rosário).


Também estiveram presentes em nossa página personalidades que emergiram da memória afetiva desta colunista, como é o caso de Luiz e Antônio Telles, Jorda de Jesus, Nair e João Duarte, Osvaldo (Vadico) Teixeira, Maria Emília e Demétrio Ferreira, Alexandre Joaquim Figueredo e Merces Rodrigues, para citar apenas algumas das tantas pessoas queridas que nos evocam as melhores lembranças.


A Premar tem contado, ainda, com a colaboração preciosa de leitores como Iria Quintino, Roberto Duarte, Eduardo Henrique Buttendorf, os irmãos Antônio José Pires e Joaquim Ladislau Pires Júnior; o professor Telmo José Tomio (pesquisador de árvores genealógicas).


Em termos de referencial histórico, apoia-se, sobretudo, na obra do historiador José Ferreira da Silva, cujo legado encontrou continuidade no trabalho do filho, Luiz.
Auxílio bem vindo e constante vem recebendo especialmente de Leila Maria da Silva, uma incansável e dedicada “produtora”, sempre a apurar informações, resgatar nomes e a desencantar endereços para futuras entrevistas.


Nesses dois anos de publicação, a coluna tem sido destinatária de muitas mensagens de incentivo, seja por meio da internet, seja em abordagens pessoais. Destaco, pela constância com que nos chegam, as manifestações inspiradoras de Maria Helena Teixeira Diniz (escritora admirável); da educadora Maria do Carmo Ramos Krieger; e da nossa eterna professora de História, Léa Maria Pinto Ribeiro, que mantêm com a Preamar um interesse em comum: o de registrar as vivências de outros tempos para resguardar a memória que nos leva ao encontro de nós mesmos.


Agora, ao fim do verão, com as águas de março nutrindo o Rio Piçarras e fertilizando as terras que o margeiam, faz bem olhar para trás e rever o caminho percorrido. É quase nada, algo como aquele curto espaço entre a cheia e a vazante. Não importa. Vale seguir em frente observando a cadência das ondas, registrando a alternância sutil das estações, ecoando as vozes e sons e silvos dos mangues e restingas; e respeitosamente se curvando ao fluxo das marés.


Até a próxima!

Jane Cardozo da Silveira
Author: Jane Cardozo da SilveiraWebsite: http://lattes.cnpq.br/6693654081890010Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Jornalista com especialização em Jornalismo e mestrado em Turismo, professora no Curso de Jornalismo da Univali. Autora de "Em busca da identidade perdida - subsídios para uma política integrada de comunicação em turismo cultural nos municípios de Penha e Piçarras"
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