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População deve comunicar à Secretaria de Saúde localização de focos do animal

A proliferação ​de uma espécie invasora, introduzida ilegalmente no Brasil, voltou a preocupar.  Trata-se do “Achatina fulica”, mais conhecido como caramujo-gigante-africano. De acordo com a pesquisadora Silvana Thiengo, da Fundação Osvaldo Cruz, existem duas zoonoses que podem ser transmitidas pelo animal: a meningite eosinofílica, que não tem registro de nenhum caso no Brasil, e a angiostrongilíase abdominal, com casos já registrados no Brasil, mas não transmitidos pelo caramujo africano. Ela é causada pelo parasito Angiostrongylus costaricensis, muitas vezes é assintomática, mas em alguns casos pode levar ao óbito por perfuração intestinal e peritonite.

O agente de saúde de Balneário Piçarras, André Ladewig, explica que o caramujo se prolifera durante períodos de maior umidade. “A partir das denúncias recebidas, vamos até o local para a aplicação do pesticida, que é completamente eficaz contra a praga”, explica André.

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Como o veneno aplicado pela Vigilância nos terrenos baldios não pode ser aplicado em quintais residenciais, a Vigilância recomenda que, para eliminar a praga, ela deve ser jogada em um balde com água e bastante sal, ou ainda serem amassados, cobertos com cal virgem e depois enterrados.“Para capturá-los, utilize luvas ou sacos plásticos para proteger as mãos. Sempre”, alerta André.

As denúncias de locais com a presença do caramujo africano devem ser feitas à Vigilância pelo telefone 3347.2018.

 

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